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Festival na Holanda homenageia o Gim

 

A cidade holandesa de Schiedam, pouco distante de Rotterdam, hospedará pela terceira vez o Jenever Festival, entre os dias 17 e 18 de março. O evento reúne os melhores destiladores de gim, ou melhor, do jenever. 

A programação do festival inclui workshops sobre a história do gim e sobre sua produção artesanal e será realizado no Jenever Museum. 

Será possível degustar as marcas mais prestigiadas e especiais de gim, além de outras atividades como a competição nacional de bartending, na qual o visitante será convidado a provar coquetéis originais e exóticos. 

Somente maiores de 18 anos podem visitar o festival. Os ingressos custam 16 euros (cerca de R$ 52) e podem ser adquiridos no site www.schiedamcentrum.nl.

Alentejo "Saberes e sabores de outras gentes" em Redondo

A iniciativa "Saberes e Sabores de Outras Gentes" arranca a 9 de março, em Redondo, no Alentejo. Entre outras cozinhas, marcarão presença as gastronomias holandesa, ucraniana, grega e angola. Uma iniciativa com o objetivo de incentivar a união dos povos, destacando a multiculturalidade.

O evento, a decorrer até ao dia 30 de março e que envolve as comunidades migrantes, pretende unir os povos que a geografia afasta. "Saberes e Sabores de Outras Gentes" pretende também, segundo a autarquia, "despertar o cidadão do mundo que vive em cada um de nós".

A ação integra atividades como degustações da cozinha tradicional de vários países, mostras de artesanato, espetáculos musicais e de teatro, um ciclo de cinema e exposições.

O programa inclui, entre outras iniciativas, workshops e degustações de cozinha romena, holandesa, ucraniana, belga, grega, angolana, brasileira, cabo-verdiana e tunisina, uma sessão de contos do mundo, o espetáculo sons do mundo, dança e música oriental e atuação de batuques.

O ciclo de cinema integra filmes de Portugal, Roménia, Bélgica, China, Brasil e Tunísia/França.

A iniciativa, promovida pelo município de Redondo, conta com o apoio de várias instituições, como as embaixadas de diferentes países.

Etapa São Paulo

 

Data: 22 de março de 2014 - 13:00 hs

Local: Fazenda Catuçaba

End.: Bairro do Pinga s/n - São Luis do Paraitinga - SP

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 Chef : Flávio Miyamura

 Harmonização exclusiva: Vinícola Vallontano

 Hospedagem: opcional ( clique aqui )

 Valor : R$ 285,00 por pessoa ( Lote 3 )

  

Vinho do Porto

vinho

O Vinho do Porto é um vinho licoroso, produzido na Região Demarcada do Douro, sob condições peculiares derivadas de factores naturais e de factores humanos. O processo de fabrico, baseado na tradição, inclui a paragem da fermentação do mosto pela adição de aguardente vínica (benefício ouaguardentação), a lotação de vinhos e o envelhecimento.

O Vinho do Porto distingue-se dos vinhos comuns pelas suas características particulares: uma enorme diversidade de tipos em que surpreende uma riqueza e intensidade de aroma incomparáveis, uma persistência muito elevada quer de aroma quer de sabor, um teor alcoólico elevado (geralmente compreendido entre os 19 e os 22% vol.), numa vasta gama de doçuras e grande diversidade de cores. Existe um conjunto de designações que possibilitam a identificação dos diferentes tipos de Vinho do Porto.

A cor dos diferentes tipos de Vinho do Porto pode variar entre o retinto e o alourado-claro, sendo possíveis todas as tonalidades intermédias (tinto, tinto-alourado, alourado e alourado-claro). Os Vinhos do Porto Branco apresentam tonalidades diversas (branco pálido, branco palha e branco dourado), intimamente relacionadas com a tecnologia de produção. Quando envelhecidos em casco, durante muito anos, os vinhos brancos adquirem, por oxidação natural, uma tonalidade alourada-claro semelhante à dos vinhos tintos muito velhos.

Em termos de doçura, o vinho do porto pode ser muito doce, doce, meio-seco, ou extra seco. A doçura do vinho constitui uma opção de fabrico, condicionada pelo momento de interrupção da fermentação. Os Vinhos do Porto podem ser divididos em duas categorias consoante o tipo de envelhecimento.

Estilo Ruby

São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens. Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, Late Bottled Vintage (LBV) e Vintage. Os vinhos das melhores categorias, principalmente o Vintage, e em menor grau o LBV, poderão ser guardados, pois envelhecem bem em garrafa. São especialmente aconselhados os LBV e os Vintage.

Estilo Tawny

Obtido por lotação de vinhos de grau de maturação variável, conduzida através do envelhecimento em cascos ou tonéis. São vinhos em que a cor apresenta evolução, devendo integrar-se nas sub-classes de cor tinto-alourado, alourado ou alourado-claro. Os aromas lembram os frutos secos e a madeira; quanto mais velho é o vinho mais estas características se acentuam. As categorias existentes são: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com Indicação de Idade (10 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos) e Colheita. São vinhos de lotes de vários anos, excepto os Colheita, que se assemelham a um Tawny com Indicação de Idade com o mesmo tempo de envelhecimento.

Quando são engarrafados estão prontos para serem consumidos. Aconselham-se os vinhos das categorias Tawny com Indicação de Idade e Colheita.

Branco

O Vinho do Porto branco apresenta-se em vários estilos, nomeadamente associados a períodos de envelhecimento mais ou menos prolongados e diferentes graus de doçura, que resultam do modo como é conduzida a sua elaboração. Aos vinhos tradicionais, juntaram-se os vinhos de aroma floral e complexo com um teor alcoólico mínimo de 16,5% (Vinho do Porto Branco Leve Seco) capazes de responder à procura de vinhos menos ricos em álcool.

Rosé

Vinho de cor rosada obtido por maceração pouco intensa de uvas tintas e em que não se promovem fenómenos de oxidação durante a sua conservação. São vinhos para serem consumidos novos com boa exuberância aromática com notas de cereja, framboesa e morango. Na boca são suaves e agradáveis. Devem ser apreciados frescos ou com gelo, podendo ainda ser servidos em diversos cocktails.

Cozinha Italiana

A culinária italiana é uma das mais famosas do mundo e é conhecida pela sua diversidade em nível regional. Terra das dezenas de tipos de massas, sempre acompanhadas de um bom vinho, a Itália coleciona receitas extremamente difundidas do mundo inteiro.

Risoto

risoto

O risoto consiste em fritar cebola e arroz na manteiga, e aos poucos são adicionados outros ingredientes do seu gosto. É um prato típico do norte da Itália. A receita original surgiu em um casamento, onde um aprendiz quis fazer uma brincadeira com seu mestre (sua filha que estava casando), e subornou o chef para colocar açafrão no risoto.

Carpaccio

carpaccio

 

Prato criado na cidade de Veneza. A história diz que foi feito a pedido de uma cliente, que só poderia comer carne crua de acordo com seu médico. Pelo tom que ficou, acharam bem parecido com as obras do pintor Vittore Carpaccio, daí a origem do nome.

Bruschetta

bruschetta

 

O conhecido aperitivo já é bem antigo, sua criação é do séc. XV. A receita original leva somente torrada, alho, pimenta, azeite e sal. Mas há muitas variações em cima dela, a mais conhecida leva tomate e manjericão, além dos ingredientes já citados.

 

 

Combinações Mediterrânicas

ervas 

Nenhum alimento é milagroso por si só, mas as saborosas combinações mediterrânicas fazem pequenos milagres na saúde!

Os cozinhados não dispensam o alho, e quase todos levam também cebola, ervas aromáticas e especiarias. O azeite e o tomate, claro está, também são vedetas constantes desta gastronomia. O resultado, para além de delicioso, é um cocktail de nutrimentos e fitonutrimentos (substâncias protectoras) e que hoje, tal como no tempo dos ancestrais mediterrânicos, podemos obter através de receitas que seguem essa tradição.

A cebola e o alho são riquíssimos em compostos sulforados, que se libertam quando os picamos, trituramos ou mastigamos. São estes que lhes conferem o sabor e aroma tão intensos, mas também as suas características protectoras.

As especiarias, e sobretudo as ervas aromáticas, realçam e enriquecem o sabor dos pratos e, por isso, permitem que se diminua o sal dos temperos. Já lá vai o tempo em que era imprescindível para conservar os alimentos... Hoje, nunca é demais lembrar que o sal em excesso prejudica a saúde cardiovascular, pois aumenta a tensão arterial.

Ervas Aromáticas

Salsa - Utilização muito vasta! Faz  parte do ramo de cheiros.

Coentros - Saladas, sopas, arroz, massa, ervilhas, favas, marinadas e vinagres aromatizados...

Segurelha – Pratos de feijão verde, ervilhas, favas e sopas de peixe.

Tomilho – Utilização também muito vasta! Faz parte do ramo de cheiros.

Manjericão – Carnes, sopas, massas e cozinhados com tomate.

Óregãos – Saladas, molho de tomate, azeitonas, massas, guisados de carne e saladas.

Hortelã – Carnes, sopas, saladas, ervilhas, tisanas, diversos frutos.

 

Sabores Mediterrânicos

Saiba mais sobre a dieta mediterrânica que é hoje mundialmente reconhecida e recomendada como um dos mais saudáveis padrões alimentares.

Em mesas repletas de cores, aromas, sabores e a alegria da convivialidade, mais do que um enunciado de receitas e preceitos de bem comer, é um convite a um novo estilo de vida.

A dieta Mediterrânica

dieta dieta

Foi por volta dos anos 60 que um investigador Norte-Americano ao estudar o que fazia com que a população Mediterrânica morresse menos de doenças cardiovasculares, descreveu este saudável modo de vida...O trabalho físico moderado ou intenso, o sol, a alegria da convívio e uma gastronomia única em sabores e cores, revelaram-se os ingredientes para uma vida longa e saudável de que desfrutavam as gentes dos países banhados pelo Mediterrâneo e onde, por excelência se cultivava a oliveira.

As refeições eram um momento de bem estar, faziam-se calmamente à mesa, entre família e amigos. Os pratos preparavam-se de uma forma simples e eram ricos em vegetais e frutos. Os cereais queriam-se pouco refinados, como o arroz integral ou as saborosas broas de centeio. A carne e o peixe comiam-se à medida do pouco dinheiro... O peixe 5 ou 6 vezes por semana e a carne bastante menos. O azeite era o eleito para cozinhados e temperos.

Comia-se em função do esforço físico: tanto mais, quanto mais se trabalhasse e por isso mesmo o pequeno-almoço era sempre muito completo e o almoço maior que o jantar. Distinguiam-se claramente os dias festa dos dias comuns, para onde eram reservadas outras iguarias mais caras, mas também mais ricas em açúcar, gordura e portanto calorias.

Todas as substâncias protectoras presentes nos frutos e vegetais, tais como as vitaminas, os minerais e as fibras, ajudavam a manter a saúde e a proteger de doenças. Os frutos frescos eram consumidos principalmente em cru, e os vegetais se confeccionados, eram-no de uma maneira simples e de onde muitas vezes se aproveitavam os sucos da preparação e, portanto, todos os nutrientes.

Os cozinhados não dispensavam o alho, e quase todos levavam também, cebola, ervas aromáticas e especiarias. O azeite e o tomate, claro está, também eram vedetas constantes desta gastronomia. O resultado, para além de delicioso, era um cocktail de nutrientes e fitonutrimentos (substâncias protectoras) que hoje, tal como no tempo dos nossos ancestrais, podemos obtê-los através de cozinhados mediterrânicos.

É consensual que a Dieta Mediterrânica é dos padrões alimentares mais saudáveis, e um modelo a seguir, e por isso foi considerada Património Cultural e Imaterial da Unesco!

Mas este saudável padrão de vida apadrinha também outros hábitos saudáveis como a prática de actividade física, a abstinência do tabaco e a moderação do álcool, a alegria da convivialidade e as refeições em família e descontraídas, a gestão do stress e o repouso diário de 7 a 9 horas de sono... Hábitos de vida que são uma garantia para viver mais, e melhor!

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